|
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Nome:
E-mail:
Nome:
E-mail:



















Participação Popular: uma marca do PT que precisa voltar a São Paulo.

Alessandra Terribili
(3ª vice-presidente do PT São Paulo)

Para todos os e as petistas, é motivo de orgulho tudo o que acumulamos nestes 28 anos de história, a partir de nossas experiências de governo e junto aos movimentos sociais. A partir desse acúmulo, construímos o modo petista de governar, que é um grande patrimônio do partido. São 3 os pilares do modo petista de governar: 1) Inversão de prioridades; 2) Políticas sociais com transferência de renda; 3) Participação popular

A participação popular é parte indissociável do projeto do PT. Lutamos para que a política deixe de ser algo distante da vida real das pessoas (sabemos que, muito pelo contrário, não o é, mas o fato de assim ser tratada e entendida, reforça um contexto de despolitização, de alienação – no sentido primeiro da palavra, tira-se das pessoas o que lhes pertence). Queremos que as pessoas possam se apropriar, de fato, do bem público, da gestão da cidade, conhecendo-a e participando das políticas públicas. Sem contar que os mecanismos de participação popular organizam a política de governo de modo a favorecer a transparência, tanto do ponto de vista do trato com os recursos públicos quanto do ponto de vista do combate ao tráfico de influência.
É por essas e outras que as políticas de participação popular e gestão democrática sempre foram uma marca importante das gestões petistas, e um diferencial fundamental em relação ao PSDB e ao DEM, que nunca esconderam sua falta de apreço pela participação do povo nas definições de governo. Não é à toa que, desde que assumiu a Prefeitura, a gestão Serra/Kassab fez questão de desmontar todos os instrumentos de participação criados e impulsionados durante o governo do PT.
O Orçamento Participativo acabou, houve o retorno à centralização administrativa, os conselhos municipais são freqüentemente esvaziados e deslegitimados (basta lembrar a batalha judicial que a Prefeitura impôs ao Conselho Municipal de Saúde). A tal “Secretaria de Participação e Parceria” não abre canais de participação – mas sim, principalmente, os fecha – e, se propõe parceria com alguém, de certo que não é com o povo de São Paulo.
No segundo governo PT em São Paulo, com Marta Suplicy à frente, foi implantado o Orçamento Participativo, discutiu-se a Revisão do Plano Diretor da Cidade com a participação da população, foram realizadas diversas Conferências Municipais e criados 7 Conselhos Municipais, entre eles o da Habitação, da Política Urbana, da Segurança Alimentar e da População em Situação de Rua, além de outros que foram reativados. Para organizar este processo, o governo petista criou as Coordenadorias do Orçamento Participativo e da Participação Popular, destruídas pelo atual governo municipal.
É fácil notar qual a opinião que o PSDB e o DEM têm sobre abrir canais de participação popular: não gostam. São contra. Não faz parte do repertório deles, nem da sua relação histórica com suas próprias bases – que dirá com a cidade. As prioridades de governo são definidas apenas dentro dos gabinetes, e o povo mal tem condições de informar-se sobre o que será desenvolvido. Planos de obras e prestações de contas não são de fácil acesso. Para esses nossos adversários, democracia é a representativa. E nós, do PT, conhecemos muito bem os vícios que essa democracia abarca.
Para nós, do PT, se é impossível falar com os 11 milhões de habitantes da cidade, então, acreditamos que devemos falar e decidir com milhares deles. Participação, autonomia e soberania são conceitos que devem estar associados. É mais uma diferença essencial entre projetos que, mais uma vez, disputarão o governo da maior cidade do país

 

 


Opinião pública é opinião
que se publica - *

É com esta frase que inicio um dos primeiros artigos deste espaço, para todos dirigentes, militantesdo PT, movimentos sociais e todos aqueles que queiram ter notícias e retransmitir notícias e opiniões neste espaço do PT.

Este espaço pretende deixar público as opiniões que formam o nosso Partido, muitas vezes pouco ouvidas entre nós mesmos e com pouco espaço na grande mídia. Dialogarmos sobre as questões que permeiam a cidade de São Paulo, e os grandes temas em debate no estado e no país.
Pretende ser um veículo de comunicação entre os filiados e simpatizantes e um dos instrumentos de mobilização do Partido. Bem como de informação e formação de opinião na Cidade.

Em 2008 um grande desafio nos espera: derrotar essa aliança perversa de a quase quatro (4) anos entre PSDB/DEM, juntos ou separados, que vêm destruindo o que o povo conquistou na gestão Marta Suplicy na Capital. Por isso temos que continuar mostrando para a população o que o atual governo vem fazendo, ou melhor o que está sendo destruído, deixando a população mais carente da nossa cidade sem assistências básicas principalmente na saúde e educação, interrompendo programas sociais criados na nossa gestão. Não cumprindo as suas promessas de campanhas: manter o que existia e fazer mais pela população.

Sabemos que a grande imprensa se diz isenta, se coloca acima de tudo e de todos, emitindo assim opiniões que dizem ser a “OPINIÃO PÚBLICA”, mas não publica as várias opiniões. Colocam-se como um ente que é capaz de captar o anseio da população e dar forma a ele, mesmo que muitas vezes contrarie o que o povo expressou através das urnas.

Portanto um dos nossos desafios é tornar público as mais diversas opiniões para munir a nossa militância e simpatizantes de informações que possam contribuir na disputa que realizamos todos os dias e que deve se intensificar em 2008.

Como toda a “obra” estamos sempre em construção, por isso aguardamos suas sugestões e opiniões.

* autor da frase Millôr Fernandes

Fonte: Libânia Molina de Souza - Sec. de Comunicação DMPT





 


janeiro 2009
D
S
T
Q
Q
S
S
        1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30 31